Número total de visualizações de páginas

2195963

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Obrigado a todos por mais um excelente numero de visualizações
Visualização de página por País
Visualização de pagina mensal por País
O direito só é devido, sem devido não há direito.
Domingos Manuel Sousa Ferreira
SPA 14194

sábado, 21 de outubro de 2017

COMO CONHECER E SEPARAR OS AMIGOS.

Há um ditado que diz:
“Com certos amigos, não precisamos de inimigos”
Na opinião de Francisco Gavilán (psicólogo, escritor e autor de numerosas obras entre as quais se destaca: “Todas essas amizades perigosas”),existem oito tipos de amigos dos quais nos temos de proteger:
• O ocupadíssimo: é aquele que raramente responde às nossas chamadas, sejam elas do tipo que for tais como; telefónicas, SMS ou e-mails.
Diz ter pouco tempo e justifica-se dizendo que leva uma vida muito preenchida, tanto a nível laboral como social. Mas, muitas das vezes, isso não é verdade.
• O fofoqueiro: temos de ter particular cuidado com este tipo de amigos. Não sabem guardar um segredo e dão desculpas do tipo: “Não pensei que fosse tão importante!”. 
• O informal: é aquele que não leva a sério nenhum compromisso. Chega tarde, e esquece-se, frequentemente, das combinações feitas. 
• O conselheiro: é o tipo de amigo que emite sempre juízos de valor sobre a nossa vida, mesmo quando não lho pedimos. Seus conselhos não são mais do que críticas mascaradas. Quando você não partilha dessa opinião e, lho diz, responde-lhe com frases do tipo: “Só estou a falar para teu bem”.
• O complicado: coloca entraves e objeções em tudo o que você propõe, interferindo de forma grave no curso normal da sua vida.
Analisa cada situação de todos os ângulos possíveis e imagináveis. 
• O intrigante: mente constantemente sempre que tem de emitir opiniões negativas sobre a seu respeito, aproveitando para dizer o que já ouviu ser dito por outras pessoas, mas procurando convencer-nos de que o faz apenas é para nos ajudar e proteger.
• A sanguessuga: é o tipo de amigo que fica irritado quando fazemos planos sem contar com ele. Acha que somos sua propriedade e procura controlar a nossa vida.
Pois, quer que sintamos que ele é o nosso melhor amigo. 
• O competitivo: sente inveja e o seu desejo é parecer-se contigo, chegando a competir de forma aberta e clara para demonstrar que é melhor. No seu íntimo, nutre uma profunda admiração por si.
No entanto, também existem certas personalidades que nos intoxicam: são invejosas, paranoicas, infantis, egoístas e, acima de tudo, asfixiantes.
É óbvio que estamos a falar de muitas e variadas personalidades, mas, todas elas têm uma coisa em comum: não trazem nada de bom e de positivo para uma relação (seja ela, amorosa, laboral, familiar ou de amizade). Mas, destroem qualquer tentativa de criar vínculos saudáveis e minimamente cordiais.
Tendem a trazer más vibrações e, tudo os irrita. Querem-te apenas para elas, esvaziam a tua carteira, e não param de pedir e, principalmente de tentar manipular.
Mas, de todas estas caraterísticas, a mais perigosa, como refere o psicólogo Albert J. Bernstein, autor de “Vampiros emocionais”, é que nos roubam a energia sem que nos dêmos conta, deixando-nos apenas respirar. São especialistas em criar relações híper-absorventes e mestres na arte de intoxicar, como o próprio nome indica.
Por isso, não é fácil identificá-las à primeira vista, e muitas vezes, só reparamos na sua personalidade depois de comprovarmos que, depois de estarmos com elas, se repetem sempre as mesmas sensações negativas: o esgotamento, a frustração, o stresse ou o alívio por estar sozinho.
Em muitas ocasiões, somos nós mesmos que nos iludimos e, nos deixamos enganar negando que os nossos amigos possam ser ‘vampiros emocionais’. “Será idéia minha?” Ou “Não será por minha culpa?”. São estes tipos de pensamentos que nos fazem prolongar uma relação insana e muito pouco saudável. Tanto assim é, que os demais perdem-nos o respeito, aproveitam-se e abusam da nossa confiança.  
O Psicanalista e divulgador francês Dominique Barbier indica no livro “A fábrica dos homens perversos” uma série de indícios, em modo de decálogo (mais conhecido como os Dez Mandamentos), para identificar e reconhecer as pessoas tóxicas à primeira vista.
As amizades tóxicas têm uma grande capacidade psicológica, adivinham os receios e fantasmas das suas presas para saber como as seduzir. Primeiro fazem-nos acreditar que, com elas, tudo é possível, para nos manipular a seu belo prazer. Como bons manipuladores que são, sabem adaptar o seu comportamento, mas também os seus princípios e valores, em função das vítimas.
Sabem contornar as situações com muita habilidade, fazendo-se passar por vítimas quando na realidade eles são os carrascos. Trata-se de uma falsa vitimização, com o objetivo de seduzir e preparar o terreno para se servir dos outros quando acharem necessário. 
São peritos em mascarar a realidade através de pequenas mentiras e do jogo de palavras, sendo esta uma forma de controlar o pensamento. E sem vacilarem são capazes de incluir insultos e elogios numa mesma frase.
São como predadores, vampiros que não respeitam a autonomia dos outros ao imporem os seus próprios critérios. Ao estarmos uma e outra vez com estas pessoas, sentimo-nos mentalmente cansados, então devemos ter isso em conta, porque é um sinal de alerta de que estamos a ser envenenados.
Não têm princípios ou estes variam em função dos seus objetivos ou contexto. Asseguram-se para que os outros se afastem dos seus próprios princípios e valores.
São impermeáveis à culpa e, conseguem fazer com que nos sintamos mal.
São excelentes estrategas, pacientes e, constantes até conseguirem atingir seus objetivos, mas são pouco criativos.
Gostam de semear a dúvida sobre as qualidades e competências dos outros.
O objetivo é desmoralizar e, eliminar a autoestima.
Escondem incongruências no seu discurso e comportamento: por um lado enchem a boca com propostas altruístas, mas depois só agem de acordo com os seus interesses pessoais.
Para os “bons intoxicadores” não existem tabus morais: veem os demais como pessoas não dignas de respeito ou compaixão e, apenas como objetos, mais ou menos úteis. 
Bem, como podem ver: «Com certos amigos, não precisamos de inimigos».
A RAZÃO DO PERDÃO E O PORQUÊ PERDOAR.

No seguimento do 2º aniversário da morte do político Nelson Mandela, falecido a 5 de dezembro de 2013, venho, hoje, falar-lhe desse homem que foi considerado o mais importante líder da África negra, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1993 e pai da moderna nação sul-africana, onde acabou por ser eleito democraticamente como 1º presidente Negro.
São os seus pensamentos sobre o tema do perdão que suscitaram em mim inúmeras reflexões que, agora, gostaria de partilhar com todos. Quando alguém nos prejudica, existe sempre a possibilidade de perdoar.
O perdão não deve ser considerado como uma desculpa, uma justificação, uma negação do ato cometido ou ainda sinónimo de esquecimento. Também não é obrigatoriamente sinónimo de reconciliação.
Trata-se, na verdade, de uma decisão pessoal e intransmissível, da qual, cada um é responsável. Será que vale a pena perdoar?
Será que posso? Será que quero mesmo perdoar?
Isso irá ajudar-me de alguma maneira...?
São algumas das questões que podemos colocar, e será em função das nossas respostas que decidiremos, ou não, dar esse passo. A psicóloga Sonja Lyubomirsky defende: “Perdoamos por nós mesmos, e não pela pessoa que nos feriu”. Talvez tenha sido esta a linha de pensamento seguida por Nelson Mandela, após a sua libertação do cativeiro onde fora mantido por defender a luta contra o apartheid: “Ao transpor a porta da prisão, disse para mim mesmo que, se continuasse odiando aquelas pessoas, ficaria sempre sendo seu prisioneiro. ”
Na verdade, é graças ao perdão que vamos poder viver de maneira diferente, ultrapassando tudo o que aconteceu, cultivando sentimentos menos dolorosos e emoções mais serenas. Tentar compreender as coisas do ponto de vista do outro, e recordar situações em que fomos nós o alvo do perdão dos outros, são duas resoluções a tomar para nos ajudar a perdoar.
Os desafios, assim como os golpes duros da vida, são uma constante.
São circunstanciais na nossa existência, e colocam-nos perante a alternativa de querer conceder o nosso perdão ou não. “Uma ofensa não significa nada, se optares por apagá-la da tua memória.” Confúcio Perdoar e esquecer. Qual é a relação entre o perdoar e o esquecer? Perdoar é esquecer? Esquecer é perdoar? O que significa a expressão “Perdoo mas não esqueço”?
O ato de perdoar é um ato de vontade. Por outro lado, a ação de esquecer está associada à memória que não responde, de imediato, às ordens da vontade. Eu posso decidir esquecer uma ofensa ou uma lembrança desagradável sem, no entanto, conseguir fazê-lo. Nesse caso, a ofensa ficará nos arquivos da memória, apesar da vontade de esquecer. Ou seja, esquecer não é sinónimo de perdoar, uma vez que eu posso decidir perdoar e perdoo ao tomar essa decisão, enquanto se optar por esquecer, o resultado poderá não ser o mesmo.
Desta forma, o perdão poderá ser compatível com a lembrança da ofensa.
Em contrapartida, a expressão “perdoo mas não esqueço” significa, no fundo, que eu não quero esquecer, o que é o mesmo que dizer que não quero perdoar.
Porquê? Porque quando perdoamos, apagamos a dívida do ofensor, o que é incompatível com a vontade de querer mantê-la, com o não querer esquecer.
Perdoar é querer esquecer. Normalmente, se a decisão de perdoar, que encerra em si mesma o desejo de esquecer, de relevar os insultos, se mantiver com firmeza, a recordação da ofensa irá perder intensidade, e em muitos casos, acabará por desaparecer com o tempo.
Ainda que a ofensa não chegue a desaparecer, o perdão aconteceu, uma vez que, a sua essência não consiste em esquecer, mas sim na toma da decisão de liberar o ofensor da sua dívida para connosco. Um sinal eloquente de que perdoei ainda que não tenha podido esquecer, é que a recordação involuntária da ofensa não conta quando me dirijo à pessoa em questão. Talvez não seja possível esquecer, mas devemos fazer o esforço para que isso aconteça.
O verdadeiro perdão exige que saibamos agir dessa forma. Porque “o amor verdadeiro não se porta de maneira inconveniente.” (1 Cor 13: 5). Por outro lado, será que podemos dizer que esquecer é perdoar? Já vimos que se trata de duas ações diferentes.
Pode perdoar-se uma ofensa sem a esquecer, mas se o agravo foi grave, dificilmente se esquecerá se não for perdoado. É por isso que o esquecimento é uma verdadeira confirmação do perdão quando a ofensa foi grave e se decidiu perdoá-la.
O escritor argentino Jorge Luiz Borges, um dos autores mais destacado da literatura do século XX, narra, com uma imaginação notável, o reencontro fictício entre Abel e Caim, algum tempo depois do assassinato. Este episódio ilustra muito bem o que acabo de dizer: «Caminhavam pelo deserto e reconheceram-se de longe, porque os dois eram muito altos.
Os irmãos sentaram-se na terra, acenderam um fogo e comeram juntos. Guardavam silêncio, à maneira das pessoas cansadas quando declina o dia.
No céu assomava uma estrela que ainda não tinha recebido seu nome.
À luz das chamas, Caim percebeu na testa de Abel a marca da pedra e deixou cair o pão que estava prestes a levar à boca e pediu que lhe fosse perdoado seu crime.
Abel respondeu: «Tu me mataste ou eu te matei? Já não me lembro; aqui, estamos juntos como antes.» «Agora sei que me perdoaste de verdade» - disse Caim – «Porque esquecer é perdoar. Procurarei também esquecer.» «É assim mesmo» - Abel falou devagar. «Enquanto dura o remorso, dura a culpa.» A verdade é apenas esta, perdoar tem efeitos benéficos sobre a nossa saúde física e mental, porque, ajuda-nos a sentirmo-nos melhor, e permite-nos seguir em diante com a nossa vida.
INCOMPREENSÍVEIS ETAPAS DA VIDA.

Quando estudávamos na escola, liceu, colégio ou na universidade, os professores avaliavam nossos conhecimentos e esforços através dos exames que nos faziam e dos apontamentos que iam tirando. Quando trabalhamos, somos avaliados por nossos chefes e, muitas vezes, somos recompensados com promoções, prémios, aumento de salário, etc.
Mas e agora, como é que fazemos para avaliar a nossa vida?
Vejamos dois exemplos típicos: o caso de Katia e de Gilberto. Katia estava muito confusa. Havia acabado de completar 45 anos, estava casada, tinha dois filhos, já maiores de idade, e um trabalho em parte-time que a ajudava a fazer face às despesas. Mas quando o filho mais novo decidiu sair de casa e ir viver com a sua companheira, a confusão na cabeça de Katia tornou-se cada vez maior quando se deu conta de que estava de novo sozinha com o seu marido. A dúvida e o tormento que a perturbava era o seguinte:
«Ainda há bem pouco tempo eu tinha 20 anos, em breve farei 70 anos. Meus filhos eram pequenos e agora são adultos. O que é que eu fiz com a minha vida?»
“O tempo passa demasiado rápido” Esta é a verdadeira e única verdade.
Gilberto tirou um curso técnico e começou a trabalhar numa grande companhia de automóveis. Casou-se e teve dois filhos. No trabalho, começou a receber promoções como forma de reconhecimento pela sua grande capacidade para liderar equipes e até mesmo secções inteiras. Agora, com 52 anos, sofreu a perda de dois de seus melhores amigos, e ele questiona-se sobre o que vai fazer com o resto de sua vida.
«Já só me devem restar mais 20 ou 30 anos» – ele me disse – «Quero saber quais os erros que cometi, e viver o resto dos anos que me faltam feliz. Tenho tudo o que ambicionava? E o que é que me está a faltar para completar a minha vida?»
A crise dos quarenta faz-nos repensar sobre o que temos feito da vida até ao momento. Kátia apercebeu-se que a vida passa demasiado rápido.
A crise dos cinquenta obriga a refletir e a pensar sobre o que vai fazer daí em diante, nos anos que restam para viver. Gilberto estava com este dilema: saber o que fazer pelo resto da sua vida.
Estas crises podem ocorrer em qualquer idade, dos 20 aos 80 anos, ainda que estejam mais associadas aos quarenta ou aos cinquenta.
Estas crises obrigam a mudar. O divórcio, as mudanças de emprego, e qualquer mudança de vida em geral, contribuem em parte para este fenómeno.
Para muitos, estas mudanças constituem um motivo acrescido de stresse.
Pois, por um lado temos que avaliar tudo o que fizemos, e por outro, saber viver com a ideia de que pode ser tarde demais para alcançar ou recuperar projetos ou ambições que tínhamos.
Os fatores de stresse que normalmente ocorrem em torno destas idades são os seguintes:
Tendência para desvalorizar profissionalmente as pessoas com mais idade;
Tabus sobre a diminuição do desempenho sexual;
Tabus sobre o desaparecimento do desejo sexual;
Tabus sobre as alterações provocadas pela menopausa;
Insegurança sobre a aparência física;
O aparecimento de situações crónicas associadas à idade;
Infelizmente, a maioria destes problemas são motivados pela falta de cultura e circulação de informações erradas.
Mas, também há casos em que, aparentemente, tudo parece perfeito.
Ou seja, uma pessoa realizada e com estabilidade económica, familiar, emocional e laboral também pode ser atingida por esta crise. O fato de se atingir o “meio do caminho”, inevitavelmente, leva-nos a refletir sobre nós mesmos, mesmo quando estamos satisfeitos com a vida que vimos levando, pois isso implica pensar seriamente sobre a morte.
A crise é gerada pela sensação de proximidade com a morte, o que faz as coisas perderem o seu sentido e respetivo valor.
Como superar uma crise relacionada com o avanço da idade?
Desmistificar a situação. São muitas as supostas verdades que circulam e estão associadas à proximidade dos 50 e 60 anos, e com as quais temos que acabar. Temos que olhar apenas para a nossa própria realidade para assim nos conseguirmos libertar da crise associada à mudança de idade. O uso da negação não resolve nada, pelo contrário, só prolonga o processo.
Prestar mais atenção às coisas que fazem valer a pena envelhecer.
Ter uma família e/ou uma carreira consolidada;
Ser dono do seu tempo e do seu espaço e poder dispor das coisas ao máximo.
Sentir satisfação pessoal por tudo o que fez no passado, já que essa é uma etapa pela qual todos passamos.
Respirar de felicidade em todas as coisas que se faz diariamente.
É a etapa ideal para começarmos a pensar em nós.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 50 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 49 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 48 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 47 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 46 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 45 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 44 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 43 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 42 Aceitam-se Propostas de Venda


Coleçao Robótica Abstrata Tela nº 41 Aceitam-se Propostas de Venda


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pensamentos do autor.14194 ® S.P.A. 2008 - 2016

Quem se esconde dos seus sentimentos, não crê em si, porque se esconde de si mesmo.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Os sonhos libertam as vontades e os desejos mas só de quem sonha.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Neste mundo de incertezas só o homem inteligente aproveita a vida.
Porque vive ao minuto os bons e maus momentos que ela dá.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Neste mundo moderno os sábios de ocasião roubam, sem nome de ladrão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Aquele que julga por intuição, acha-se perfeito.
Porque nega o seu defeito quando sabe o que esconde dentro de si.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

O falso e poderoso mentiroso mostra a sua verdade, ter poder, das estrelas ao universo.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

O sonho do sonhador só é vivo, quando o sonhador vive o que está a sonhar.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

O Império e o Poder da humanidade começou nos primórdios da vida.
O mesmo Império e o Poder terminam, com o ultimo dia de vida
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Há humanidade vive fora do seu comportamento racional, conhecimento, inteligência e lógica.
Há humanidade já não tem humildade porque vendeu o seu dom real.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2017

Os castigos que levamos nesta vida mundana!?...
São a prova de um passado já vivido com dívidas ao criador
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

O sonho alimenta a vida, quando o sonhador consegue acreditar, na vida que está a sonhar.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

Quem promete e nada cumpre, não é mais do que um pedaço de carvão transparente.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

A gente que anda por aí, embora o pareça ser, não merece ser gente.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

As profecias maléficas deste mundo moderno são as responsáveis da destruição mental e do viver consciente como humanismo global.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

O dinheiro é mais forte do que o homem. Manda e controla, sentimentos, atos e ações.
Onde as mentiras se tornam verdades, e as verdades são mentiras.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

O homem sem palavra é um escravo do materialismo, pelo que se julga ser, quando não o sente.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

O direito é devido, sem devido não há direito.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

Enquanto viveres neste mundo precisas constantemente de dinheiro.
O dinheiro mata, ilude, satisfaz, compensa, resolve, e enforca.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

Prefiro morrer cobarde, do que confessar um erro sem perdão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

A Eutanásia é bem-vinda para aqueles que nada esperam de si.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016
                                                                                                                                                              
O homem é um ser imperfeito na consciência, no humanismo, e no seu todo.
Quando valoriza a materialização ignorando a inteligência que lhe foi atribuída.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2016

A curiosidade desperta a pesquisa, a pesquisa elabora o estudo, e o estudo nasce estudando.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

A sexualidade humana é a partilha profunda com a intimidade do ser.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

Cada ser humano é um todo de um cálculo matemático.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

Um designer é um perfeito conhecedor dos contornos, entre a técnica e os materiais.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

A consciência humana brutaliza-se, quando a racionalidade perde o elo de ligação.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

Os críticos aparecem não importa como.
Ainda que, sem o consentimento de lógica ou razão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

O ser ignorante, auto proclama-se o mais justo pela decisão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

O suicídio é uma porta que se abre vinda do desconhecido, levando assim a lógica do sentido da existência humana.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

A capacidade criativa do homem mostra-se, firme e irte, quando aquele que a tem sente-se digno pela sua prova.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

O ser talentoso procura insistentemente desafios para saciar as suas capacidades.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

O arrependimento é uma dor sentida que flagela o olhar de quem o tem.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

A sub carga laboral é uma porta aberta a incompetência, nunca antes comprovada.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2015

Na vida enfrentamos. Atitudes, certezas e friezas.
Em certos momentos sentimos que a frieza é necessária para que outros nos conheçam melhor e com isso nos possam dar valor pelo que somos.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

A violência é um estímulo que bem o sente o ser incompatível.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

No mundo moderno, cada vez aumenta mais a existência de pessoas com uma divisão que os separa entre a consciência dos bens materiais.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

Quem ama não vê defeitos. Quem odeia não vê qualidades, um amigo vê defeitos e qualidades.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

O ser neurótico demonstra uma coragem que não tem.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

A mulher possessiva é um perigo constante na sua intensão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

O ser livre voa mais alto que a própria imaginação.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

Não existe momento mais sentido na vida do que o sentimento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

A beleza corporal é responsável pela atracção carnal e a respiração fugaz.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

O ódio é uma presença constante no ser humano. O ódio destrói a inteligência em segundos.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

O valor que temos, como pessoa, é um sentido reajustado á nossa vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

Aquele que sorri, sente-se livre e mostra-se feliz.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2014

A guerra mundial que se aproxima será sólida por ódios permanentes, fixados por olhares perfurantes sobre a causa impiedosa que desconhece a consciência.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

A consciência só se define, com a designação dos actos comprovados entre seres humanos racionais.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

A verdade só caminha, só se houver permissão entre a mentira.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Para se conhecer o esforço, é necessário sentir a tentativa em todo o seu estado normal.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Para se ver sem se ser visto, é necessário conhecer a credibilidade da aceitação.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

A procura pode ser aplicada, a inexistência da certeza.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Não vale a pena pensar, se não se quer aceitar.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

A incerteza mata a decisão da consciência.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

A luxúria é uma ternura e uma tentação constante entre a carne e o ser.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Ninguém acredita na desgraça até que a sinta na pele.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Entre homens, só existe dois modos de ser.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

Uma obra bem feita precisa de lógica, entre aplicação dos materiais e a concordância visual.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2013

O homem é o animal mais animal de todos os animais.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A liberdade de expressão, só se enquadra a quem, sentir o sentido do momento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

Aquele que fala por falar, é como aquele que não se cala porque o vício, não o deixa pensar.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A criatividade mostra o sentir que enriquece, o conhecimento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

O ser inteligente, trava uma constante luta de activo para mostrar a capacidade de resposta a cada impacto iminente.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A sensação é possível, quando se conhece, e se sente, o sentido do ser.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A liberdade libertina, a tudo leva sem percurso.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

Talentos escondidos não escondem solidificações.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A sorte, e um achado na perfeição.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

A humanidade torna-se comum a loucura e a ignorância, quando a maldição se torna visível no impacto da visão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

As maiores crueldades na razão da verdade, são ditas em silêncio.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

Não há maior prova numa verdade do que a sua real utilização
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2012

De todos os investimentos que o homem faça, o maior deles todos é o na bondade, porque é o único que consegue permanecer para além da eternidade dos tempos
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Temer a confiança que está dentro de nós, é recear a própria vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Não penso no futuro porque ele não pensa em mim.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Criar, é uma benção da natureza, destruir é uma qualidade que existe no homem.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

A economia só faz história quando toda a conjuntura se abraça numa só acção.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

A liberdade que está em mim dá vontade ao seguimento do meu nome.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Recordar a dor é sentir dor
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Não há outra dor para o homem do que sentir e reconhecer a sua estupidez
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Quem respeita a vida humana, respeita, o funcionamento do mundo inteiro.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

O acto de ler, alimenta a vontade de saber.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

O desespero aproxima-se da loucura, como o louco se apaixona pela tentação.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

A intimidade sexual é tão fundamental como a orgânica do ser.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2011

Não há maior loucura para um ser racional do que enfrentar e sentir o seu desespero.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

O casamento é uma aventura sem definição de conhecimento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

A sorte aparece aqueles que parecem menos saber.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Quem insulta um espelho é porque não crê ou não vê primeiro o seu estado físico.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

A velhice invade o homem como uma invasão acontece inesperada.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Mais vale morrer cobarde do que viver atormentado
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Quando tudo é simples, nada mais importa que a sua verdadeira simplicidade.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Tenho medo dos jornais, não tenho medo de um punhal.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Trabalho forçado é trabalho amaldiçoado, trabalho voluntário vale mais que mil forçados.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

A arte de ler, reverte no valor de conhecer.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Para colher as bênçãos da liberdade é preciso superar a submissão e a fadiga.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

Tudo tem um princípio, tudo tem um programa quando com lógica supera as vulgaridades.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2010

O mais difícil que temos na vida é conhecer e reconhecer o bem e o mal de nós mesmos.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

Por incrível que pareça os críticos não tem direito a uma estátua.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

Quem se casa por dinheiro contrai uma dívida para o resto da sua vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

É melhor morrer cobarde do que viver humilhado.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

Não há pior sofrimento do que sentir a morte vivamente.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

A falha da conjuntura sexual é uma cegueira no seu sentir.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

Quem doa a medula, transmite vida, a quem, menos tem.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

A sabedoria diz que o conhecimento, é o fertilizante da lógica.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

O diálogo de qualidade é tão forte como o oxigénio que alimenta o cérebro.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

A crença constante de não ser capaz, torna a vida num sacrifício, em todo o seu movimento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

A racionalidade tem força no progresso, quando a matemática se unifica numa solidez constante e no real conhecimento.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

A vida diz, cuidado, quando o procedimento para com ela se junta a cegueira de não querer ver cada processo onde implica a própria visão.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2009

O dinheiro está na base da divisão humana.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

A vida humana perpetua-se e se extingue quando não consegue ultrapassar a sua renovação.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

O pensamento corre na mente humana como o sangue na veia.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

O bom senso ajuda a conhecer as oportunidades sobre as que podem fazer oportunidades.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

O dinheiro divide a humanidade tal como a consciência se declina com a racionalidade.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

A prisão humana faz-se ver e sentir como aquele que está visivelmente preso.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

A infelicidade é um conjunto de roturas que escurece a luz do sentido da vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

A política é uma atividade para-comercial.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

O homem mata-se porque não encontra logica em redor da sua vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

Uma vida sem sentido assemelha-se ao respirar sem vida.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

Um ladrão é um aprendiz que evolui na interação social do mundo moderno.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

O dinheiro desperta maldades como ativa inteligências.
Domingos Manuel Sousa Ferreira S.P.A 14194 ® 2008

terça-feira, 5 de março de 2013

Propostas e segredos para defender a cultura local.



A importância da cultura local.

A importância da cultura popular é muito importante para o desenvolvimento local, uma vez que, as manifestações e as expressões populares são detentoras de um só contexto “o regional”.
Sendo este o seu verdadeiro factor de identidade cultural.
O conhecimento da cultura local reforça a valorização de um bem, como o incentivo ao desenvolvimento da região. Para que se possa entender melhor todos esses aspetos propulsores perante a realidade atual devemos ter em questão, que a cultura popular sofre muitas alterações das quais contemplam os aspetos económicos, administrativos, educativos, sociais e políticos.
Nesse sentido também é preciso compreender a participação do ser humano pois não só como inovador em todo o seu conteúdo, mas também como possuidor de uma tradição, bem como de um contexto que lhe garanta a base para a realização dos seus objetivos fulcrados e fixados no que é local. No meu entender pessoal acredito que é de aqui que encontramos as suas imagináveis tradições, que por vezes enigmáticas, até mesmo para nós filhos da terra que nos viu nascer.
Como não há bela sem se não, tudo isto é quase como se de um processo de investigação se trata-se; porque análise documental, de tudo que se apresenta é mesmo muito rigorosa, desde as referências bibliográficas, às entrevistas que se ouvem vindo elas da radio ou da televisão Nacional ou regional (via net.com) no que diz respeito a cultura que representamos ou defendemos.
Tristemente falando existem culturas que são desrespeitadas populares ou simplesmente locais é quase como uma brincadeira para alguns municípios não importa agora referir se de norte ou sul do país.
Sendo assim, se existisse um pouco mais de cuidado e se dessem também um pouco mais de valor a cultura popular local é bem certo que com ela se iria buscar o devido desenvolvimento local.
Acreditem ou não eis a questão: com este desenvolvimento é bem certo que se captaria curiosos em conhecer o nosso património cultural local bem como o restante da nossa região.
Mas ao que parece, quase nada disto existe, pois é sabido que, quanto maior for a valorização da cultural local, maior será a vibração de todas as suas manifestações sejam elas interiores ou exteriores, porque as crenças e as expressões populares são praticamente responsáveis quando se pretende adquirir mais incentivos e oportunidades vindos do exterior para esse local.
Quando as pessoas se mobilizam no local porque, e se trata de um assunto de fé, ou então por apenas por mais uma tradição local facilmente deparamos com novas visitas de outros junto de nós. No que se refere á fé e a religiosidade a tradição de gerações mostra-se viva na espectativa que as seguintes lhes dê continuidade mas sempre como ato de cultura local porque o objetivo mantem-se, é a divulgação para o exterior e com isso recuperar visitas de outras populações.
No meu entender, penso como acredito que o mais Interessante é, que, todos nascemos envolvidos num contexto cultural, é por isso que é preciso unir e não separar as origens das tradições dos avós dos nossos avós, pois só assim é que conseguimos levar esta preciosa riqueza da nossa região.
De igual modo penso que, a contensão económica que sentimos na actualidade não é a causadora da morte da cultura local que deparamos por cá. Então, vamos criar uma colectividade que mostre amor-próprio pela terra que nos viu nascer e com isso consigamos valorizar o que existe ainda por cá. Na verdade é durante a nossa infância que aprendemos a viver e a conviver com o calendário cultural da nossa terra, das festas e romarias. Na atualidade tudo parece quase que já perdemos essas ditas tradições por completo e todo esse contexto, talvez devido as novas tecnologias e assim passamos a ser guiados pelos calendários televisivos e da internet.
De igual modo penso que estes são os maiores fatores que interferiram na importância da valorização da cultura popular e do como do seu desenvolvimento.
Para quem diz que não, então vejamos:
Interferência dos média nos seus amplos e vastos sentidos;
Tecnologia da informação (Móvel, Internet, Jogos eletrónicos e on line);
Uma maior valorização dos produtos estrangeiros;
A falta de interesse por vezes da população local.
No meu entender uma vez mais penso, a nossa escola local deveria ter um papel fortemente ativo no ensino à cultura popular local, ou seja, deveria de existir uma disciplina obrigatória de acordo com as atividades curriculares escolares durante os anos letivos dos 5º, 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º e 12º anos sobre cultura popular local;
Será que só faltam os projectos para que renasça a cultura local?
Ou então não temos políticos com sensibilidade cultural!...
Ou ainda… Falta de projetos de políticas culturais.
Não deveríamos de nos esquecer que cultura é um sistema de símbolos que uma população cria e usa para se organizar, porque facilitar a interação entre o povo e a população pois regular o pensamento com as origens. Também sabemos que os sistemas e os símbolos do que já citei evidenciem formas de padrões, para as referidas culturas populares e com isso se mantem para demonstrar as suas verdades, da identidade cultural.
Dessa maneira precisamos compreender as representações sociais, inseridas no universo do imaginário social local. Mas para isso logo necessitamos que as identidades nacionais nos dê um pouco do seu poder pois, se elas nos são genéticas e hereditárias, porque é que então eles fazem o contrário, fazendo que estas sejam rapidamente formadas e transformadas mas de acordo a uma outra conveniência ou seja político partidário mostrando um pouco do seu interior durante uma representação.

Perspetivas da cultura popular local.

A evolução e as perspetivas da cultura popular no seio político administrativo capitalista engloba um forte contexto de inovação e com isso só ganham pois conseguem exportar sem perder a descaracterização da mesma, tudo isto graças as várias manifestações populares, danças, cantares e folguedos “coisas que muitos gostam”. Esse fenómeno facilmente ganha o estatuto como uma tendência das ditas culturas de massa, e ao mesmo tempo constrói um universo fabuloso que é com ele que a cultura popular é vista como um extraordinário fenómeno de pesquisa.
A valorização da cultura popular está inserida no imaginário social, que por sua vez são resgatados nas representações sociais e que, por conseguinte relacionados à identidade cultural.
Também acredito que ainda existem várias maneiras de valorizar a cultura popular:
- A primeira pela dimensão de símbolos que possuímos através da comunicação, pois essa espetacular forma de gestos, mandingas da nossa cultura, afirmam o valor de cada manifestação.
- A segunda são as questões de rivalidades entre as manifestações culturais, por sua vez se nota uma disputa de acelera a competição sadia, incentivando a criatividade.
 - A terceira é afetividade que se tem pela cultura da nossa terra, quanto a mim penso como acredito que só mesmo com afeto é que se consegue criar manifestações com divindade.
Como exemplo temos o folclore onde deparamos que tudo se liga, especificamente a grupos de envergadura demograficamente modesta; em que por sua vez eles mesmos recriam uma espécie de ambiente de relações íntimas carregadas de afetividade e com eles nos mostram os costumes e as peculiaridades, das crenças e das lendas, e logo deparamos que de facto são diferentes entre os demais.

Economia e cultura local.

A cultura popular também pode ser usada como ferramenta de desenvolvimento local quanto a mim ela serve de proposta a debater entre os vários órgãos de uma Assembleia Municipal nas áreas de turismo, agronegócios e comércio tradicional.
Como todos sabemos, o poder do Marting publicitário desses programas governamentais é bem claro que evidenciam qualquer um o interesse fictício “ou não” em desenvolver as pesquisas e os projetos relacionados com a vertente cultural.
A economia da cultura movimenta a região oferecendo oportunidades além de novas formas de trabalho. A crítica apontada logo de início, é que muitas vezes descaracterizam a sua apresentação o simples artesanato, o porquê não se sabe, talvez porque mudam os ingredientes da culinária regional para lançar outros padrões, que visam facilitar o consumo.
Acho que a cultura num só todo é conhecimento, e por isso deveria de ter o seu devido reconhecimento mas prático, de forma a explicar e a intervir na realidade. Portanto este instrumento de provimento poderá dar algumas resoluções quem sabe de alguns problemas.
Por incrível que pareça, sinto-me obrigado a dizer que não há ser humano que consiga viver sem cultura, então porque a desprezam-na assim tanto

Algumas práticas de difusão cultural local.

A valorização das práticas culturais locais necessitam dos seus próprios meios.
Como exemplo temos a música popular que facilmente consegue conquistar o espaço onde está inserida, fortalecendo logo de seguida as expressões culturais do povo local.
O uso das novas tecnologia nas tradições populares tem um leque disponível e muito diversificado como exemplo:
- Cds criados por amadores localmente.
- Nos telemóveis envio gratuito de SMS.
- Home-page partilhada pelo organismo local.
- Blogs dedicados a cultura local.
- Links a anunciar cada invento cultural local.
- Vídeos no you tube do que já aconteceu localmente e o que irá decorrer.
- Partilha das paginas via e-mail de associados ou ligados a idealidade local.



Domingos Manuel Sousa Ferreira
03-2013

Biografia: Domingos Ferreira - Poeta e artista digital em técnica de Robótica

Convidado de honra: Domingos Manuel Sousa Ferreira - Poeta e artista digital em técnica de Robótica in http://povoadelanhosoacounoseum.blogspot.com/
Novo e-mail do autor " domingosmanuel.efa@gmail.com "
Domingos Manuel Sousa Ferreira, é um autor de obra poética, registado na Sociedade Portuguesa de autores sob o número 14194. As suas obras teem como títulos de renome; Liberdade por momento... e, Impactos da vida. Para além de poeta/escritor também é um artista com 400 obras de pintura criadas por si com cordenadas matemáticas no sistema digital e todas elas em técnica de Robótica, com o titulo " Abstracto Robotizado" registado na Sociedade Portuguesa de Autores membro numero 14194 e na Inspecção Geral das Actividades Culturais sob o número 1602.

Domingos Ferreira, nasceu em Angola, filho de emigrantes portugueses de naturalidade povoense. Fez a sua escolaridade na escola primária António Lopes. Estudou em outros locais. Tem um curso Professional de electricista de baixa tensão e com a categoria de Oficial de 1ª. Domingos trabalhou como segurança nocturno durante 22 anos no Agrupamento de Escolas Professor Gonçalo. E desde 25 de Outubro de 2010 executa as funções de Assistente Operacional na referida escola. Quem o ouvir falar Domingos, lembra um filósofo.

Domingos Manuel Sousa Ferreira, é uma pessoa tímida por excelência, não deu a sua obra ao reconhecimento na sua terra, porque acha que, as pessoas são quem lhe devem de dar valor em vez de ser ele a auto valorizar-se!

O autor fez o lançamento do seu primeiro livro em terras Flavienses, e o segundo na Póvoa de Lanhoso com apoio, correcção e prefácio de; Benjamim Andrade, Jornalista e Professor de filosofia. Coordenação Técnica, Analise e Crítica por; Eduardo Augusto dos Santos Rosa, Professor Catedrático da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. A Nota introdutória foi feita por Angélica Lima Andrade. O autor vendeu e esgotou as suas edições em vários pontos do país.

Domingos Manuel Sousa Ferreira, como artista plástico também tem dado nas vistas! As suas obras em tela, saídas do contraste digital em Robótico, teem sido divulgadas em várias frentes, Cine Convívio Fura, Inovalar Decorações, Casa do Benfica da Póvoa de Lanhoso, Cyber Café - Cyber Concerto, Cyber Mil Chás, Bar Académico, Bar do João, Theatro Clube, e outros locais mas sempre com exposições permanentes. No estrangeiro; em várias Associações Culturais Portuguesas. Na suiça, Livraria LusoLivro e Sporting Clube de Zurique, as duas em Zürich etc.

Em breves linhas descrevo o currículo do autor:

Liberdade por Momento.

“Editado em 09 de Junho de 2001 em Chaves”

Impactos da Vida.

“Editado em 27 de Dezembro de 2003 na Póvoa de Lanhoso”

O Processo dos Processos.

“Métodos de utilização do coeficiente mental”.

Comportamento Sexual Humano.

”Em análise de estudo”

Violência na Sociedade.

“Estudo sobre a sociedade contemporânea”.

Ideias Musicais.

“Esquemática e Simetria Musical poemas para canções”.

Tópicos Musicais.

“Esquemática e Simetria Musical poemas para canções”.

Impactos Musicais.

“Esquemática e Simetria Musical poemas para canções”.

Tentações Musicais.

“Esquemática e Simetria Musical poemas para canções”.

Quadras e Todas elas Tem um Tema 1.

“Continuidade do estudo comportamento evolução da mente humana”

Quadras e Todas elas Tem um Tema 2.

“Continuidade do estudo comportamento evolução da mente humana”

Isto é para Ler Meditar e Esquecer.

“Poesia surpresa”.

Robótica Abstracta 400 pinturas.

“Todas Registadas na SPA e IGAC”.

Um concurso de Televisão com o nome comercial:

“O Preço da Verdade" ® 2005

S.P.A. 14194 ®

Domingos Ferreira, esteve no incentivo de encorajamento do autor "Quelhas" aquando à edição e ao lançamento do livro; Inspiração do Compositor... esteve presente também como convidado do autor que apadrinhou, na EB 1 de Garfe no Plano da Literatura Escolar. E, ainda participou em Análise e crítica n; O livro da criança... e convidado de honra, juntamente com a Poetiza de Arosa, para apresentação do segundo livro. Domingos esteve sempre presente directo ou indirectamente, em pessoa ou com as suas obras de arte nas tournées que o mesmo autor nato povoense esteve patente.

O Poeta e Artista Plástico, reflecte que tem muitas obras para sair, só ainda o não fez, porque acha que, o tempo não trouxe nada de novo e, para terminar, Domingos Manuel Sousa Ferreira diz num dos seus; Pensamentos do Dia...

"Se pensares como eu, entenderás o que sinto."

Convidado de honra pelo autor povoense Quelhas